Um exercício diferente para os ouvidos

No centro de Belém, o Parque Zoobotânico funciona como uma alternativa para quem deseja amenizar a poluição sonora

 

No Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emilio Goeldi é possível desfrutar dos sons da natureza, dos animais, do vento e da água corrente:




 

 

Os visitantes apontam que esta é uma área tranqüila, onde se pode fugir da correria do dia-a-dia citadino. São cerca de 3.040 indivíduos vegetais e 1.200 animais que promovem esta sensação de bem estar. Porém, por estar localizado no foco do tumulto belenense, também sofre os impactos do dinamismo urbano.

 

O arquiteto e museólogo Antonio Carlos Lobo Soares, do Museu Goeldi, recentemente, em sua a dissertação “Impactos da Urbanização sobre Parques Públicos: Estudo de Caso do Parque Zoobotânico do Museu Goeldi (Belém-PA)”, chamou a atenção para as conseqüências da verticalização e da circulação de veículos no entorno do Parque. Um dos aspectos do estudo refere-se à invasão de ruídos que incomoda, principalmente, os moradores do Parque: os animais ficam estressados e podem até adoecer devido à sensibilidade aos sons.


Lobo Soares dá dicas de como desfrutar o Parque e esclarece os benefícios trazidos pelas áreas tranqüilas para a população da cidade. Ouça sua entrevista sobre esta relação entre o Parque Zoobotânico e a cidade:

 



 


Embora invadido pelos desagradáveis ruídos urbanos, os trechos centrais do Parque continuam sendo áreas tranquilas para os que desejam descansar os ouvidos ou mesmo experimentar sons diferentes. O contato com a natureza ajuda os visitantes a se desprenderem dos ruídos urbanos e a perceberem sons agradáveis ao seu redor. O vídeo "Contrastes", elaborado na Oficina de Vídeo de Bolso, mostra a diferença entre os sons captados dentro e fora do Parque:

 


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